Fabricar PET consome mais água e energia
Um livro da engenheira química Renata Valt mostra que, no Brasil, a produção de latas de alumínio já consome menos energia e água do que a de garrafas PET, o material preferido pela indústria de refrigerantes. Ela explica que a economia desses recursos se deve ao alto índice de reciclagem de alumínio no país, o que encurtou o processo fabril das latas. Hoje, a confecção de latas só é mais nociva ao ambiente do que a de PET em um quesito: a emissão de poluentes.
PET |
ALUMÍNIO |
|
|---|---|---|
| Quantidade de refrigerantes embalados (em 2006) | 80% da produção nacional, ou 10,4 bilhões de litros |
8% da produção nacional, ou 1 bilhão de litros |
| Quanto foi reciclado | 47% |
97% |
| Água necessária para fabricar vasilhames para 1000 litros de bebida | 142 litros |
123 litros |
| Energia necessária para fabricar vasilhames para 1000 letros de bebida | 693 quilowatts |
517 quilowatts |
| Poluição emitida na fabricação de vasilhames para 1000 letros de bebida | 4,5 quilos |
9 quilos |
Fonte: Ciclo de Vida de Embalagens para Bebidas no Brasil, Renata Valt | Revista Veja
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